Uma das histórias mais engraçadas com um cliente aconteceu com V. Ele era mauricinho de 16 anos, virgem mas que pagava de pegador. Comprou meu programa pra me exibir pros amigos num social na casa de um dele em Maresias.
Na festa só tinha casalzinho. Apesar dos meus 22 anos, conseguia passar por menos, todos acreditaram quandp]o eu disse ter 17. A noite toda foi dos casaizinhos dançando, se beijando e alguns mais afoitos trancados no banheiro ou se remexendo pelos cantos escuros. V. e eu passamos o tempo todo juntos, dançando e nos beijando. Eu me sentia uma pedófila, às vezes até ria sozinha.
Lá pelas tantas da madrugada, a música baixou e os casais foram para os quartos, mas ninguém foi dormir. De cada quarto se ouviam gemidos, a cama balançando, parecia uma competição e era. Já sozinhos no quarto, V. me pediu pra fingir que transavamos, me pediu pra gemer alto e gritar palavrões e o nome dele. Obedeci. A gente pulava na cama pra fazer barulho, se jogava na parede e no chão, derrubamos tudo, colocamos o quarto a baixo. Foi assim por quase 2 horas. Minha garganta já estava inflamando de tanto fazer aquele teatro, mas confesso que me diverti. Eu ria demais e ele também.
Depois que a casa ficou em silêncio, perguntei porque ele me pediu pra fingir ao invés de praticar o ato. Ele respondeu que era virgem e tinha medo de não conseguir me deixar daquele jeito. Eu ri e disse que se ele não começasse a praticar seria dificil mesmo deixar alguém assim realmente. Confesso que queria ter uma experiência com aquele muleque mimado.
Dei uma aula particular pra ele e apliquei uma prova pratica logo em seguida. Ele demorou menos de 2 minutos pra terminar e tirou nota 6, mas saiu de lá se sentindo o "homem" mais poderoso do mundo.
"Obrigado, Bárbara".
"Por nada, V."
De manhã, vi os meninos do grupo rindo e dizendo à V. "você sempre ganha, como faz isso?"
Garotos...
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